A Zan Pan

A Zan Pan

A Zan Pan é uma padaria. Mas ser uma padaria não explica tudo aqui. Zan Pan também é um ateliê, em que cada pão é feito manualmente com todo carinho por Gabriella Zanforlin, uma artista apaixonada pela arte de alimentar. Zan Pan também é um templo, em que o pão ganha seu altar merecido como um dos alimentos mais importantes na História. Falando em História, Zan Pan também é um livro, em que os processos naturais de moagem, fermentação e forno mostram sua beleza. A Zan Pan é um laboratório, com alquimia crocante, macia, saborosa. É uma perfumaria, sem dúvida alguma. Também é uma causa, a da comida de verdade, que respeita o tempo e os ingredientes. Zan Pan é uma padaria, sem dúvida, mas é tanta coisa mais…

Talvez, antes de tudo, seja uma casa, a cozinha da vó, em que você é convidado a entrar e se sentir alimentado, acolhido, querido. Sim, Zan Pan é a nossa casa. E a gente convida você a se achegar, tomar um café, bater papo e dividir um pão quentinho com a gente.

Venha logo, que as portas estão sempre abertas, é só bater!

 

A padeira

Gabriella Zanforlin é formada em Gastronomia e trabalhou em alguns dos restaurantes mais respeitados de São Paulo. Foi nessa época que ela percebeu o quanto gostava de trabalhar com massas e pães.

Continuando a se aprimorar, ela buscou um curso de fermentação natural. E daí, a paixão também fermentou, tanto que iniciou especialização em panificação em  São Francisco, nos Estados Unidos e ganhou o título que a define com orgulho: “Hoje, sou padeira”.
 

Mas a padeira  Gabriella não faz qualquer pão. Os dela são naturais, feitos à moda antiga, um a um, com o máximo de cuidado e dedicação.  
 

Nas palavras de Gabriella, são o amor e o tempo que fazem toda a diferença no produto final: “Tudo tem seu tempo na cozinha. O levain (fermento natural) precisa ser alimentado todos os dias para crescer, a massa precisa ser sovada, batida, moldada. Aí vem o processo de forno e precisamos até esperar esfriar para comer. A dedicação e a paciência fazem parte do amor, do cuidado. Não é um processo de quantidade, é de qualidade. Só assim, de trigo e água, se faz um alimento nutritivo e saboroso, que alimenta o corpo, mas também as memórias, as histórias, enfim, a alma.